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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Agora que eu estava estável e equilibrada, decidida de que já não fazias parte da minha vida e confiante de que consigo ser muito melhor sem ti, voltaste e fizeste-me voltar a mexer com o passado. Assim como partiste sem eu ter imaginado sequer que isso fosse possível e sem eu perceber como é que o teu egoísmo foi mais forte do que o teu amor, agora voltaste novamente sem eu estar à tua espera.
Às vezes o melhor é deixarmos o passado onde ele pertence e não o confundirmos com o futuro.  

quarta-feira, 25 de julho de 2012

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Lutar para que passem

"Tenho pena, apenas. Tenho pena de quem não entende a beleza de uma tourada ou o "silêncio poético e misterioso, um silêncio que estremece" do toureio de José Tomas ("El País"), de quem nunca cheirou a esteva e o orvalho de uma manhã de caça, de quem nunca perdeu horas sentado nas margens de rio à espera que o peixe morda o anzol, de quem vai ao circo e não quer ver os leões do Paquito Cardinslli. Tenho pena, mas não posso fazer nada, que não isto: lutar para que não passem."

- Miguel Sousa Tavares.
(excerto da crónica sobre o projecto de lei do Bloco de Esquerda)

E eu tenho pena que uma pessoa reconhecida e estimada no nosso país tente descrever com palavras bonitas as maiores atrocidades da humanindade.
O que este texto tenta demonstrar é que, em primeiro lugar, as coisas que nos dão prazer são aquelas que envolvem dor e tortura a outros e que, em segundo lugar, aqueles que não "desfrutam" destes momentos não sabem sequer o que são as coisas bonitas da vida. 
Eu sei que sei o que são as coisas bonitas da vida quando me choca assistir ao sofrimento dos outros: um animal ser morto numa manhã de caça, uma bandarilha ser espetada na carne de um touro a sangue frio, um leão a fazer grandes números no circo e que no final irá para a jaula onde passará o resto dos seus dias.
Há pessoas como Miguel Sousa Tavares que irão lutar "para que não passem", mas felizmente também há muitas pessoas que lutam cada vez mais e mais para que passem. E as pessoas já estão a tomar consciência de que estas monstruosidades não fazem sentido em nenhuma parte do mundo, muito menos numa sociedade desenvolvida e esclarecida como a nossa. E tudo isto vai passar, tenho a certeza.

domingo, 8 de julho de 2012

Nunca me esqueci de ti

Bato a porta devagar,
Olho só mais uma vez
Como é tão bonita esta avenida...
É o cais. Flor do cais:
Águas mansas e a nudez
Frágil como as asas de uma vida
É o riso, é a lágrima
A expressão incontrolada
Não podia ser de outra maneira
É a sorte, é a sina
Uma mão cheia de nada
E o mundo à cabeceira
Mas nunca
Me esqueci de ti
Não nunca me esqueci de ti
Eu nunca me esqueci de ti
Não nunca me esqueci de ti
Tudo muda, tudo parte
Tudo tem o seu avesso.
Frágil a memória da paixão...
É a lua. Fim da tarde
É a brisa onde adormeço
Quente como a tua mão
Mas nunca
Me esqueci de ti
Não, nunca me esqueci de ti
Não, nunca me esqueci de ti
Eu nunca me esqueci de ti
Nunca me esqueci de ti
Não não não não não nunca me esqueci de ti
Não não não não não não não não
Nunca me esqueci de ti
Não não
Nunca me esqueci de ti..

Há coisas bonitas a acontecer.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

A noite de ontem foi uma loucura, já há muito tempo que não me divertia tanto! Não é mesmo preciso sermos muitos, o que importa é que somos os melhores :)
Agora é hora de estudar um bocadinho Inglês, para fazer alguma coisinha no exame para além do cabeçalho.

domingo, 1 de julho de 2012

Depois de um dia de passeio por Cascais, de uma saída à noite e de um dia de praia há que voltar ao estudo se não quero ir para o terceiro ano com uma cadeira do primeiro por fazer.

domingo, 24 de junho de 2012

Os últimos dias não têm sido nada fáceis. Pior do que saber que uma relação de um ano e meio acabou é não saber nem porquê nem se é para sempre.