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sábado, 25 de fevereiro de 2012

O país está drogado

Toda a gente fala por aí da recente, mas já célebre, frase: "Senhor presidente, desculpe, estou um bocado drogada", dita por uma deputada do PS na Assembleia da República. Isto aconteceu no seguimento da votação da adoção por casais homossexuais. Será que não é isto o mais importante?
Os portugueses não conseguem ver o país que estão a (des)construir? Mais uma vez continua a ser negada a hipótese de que duas pessoas possam sentir nos braços uma criança a quem possam chamar filho, simplesmente porque ambas têm o mesmo género. As histórias de maus-tratos infantis continuam, as de pedofilia por parte dos pais aumentam, as de mão-de-obra infantil são ainda uma realidade num país a que chamamos desenvolvido. No entanto, uma criança ter duas pessoas a quem chama mãe é muito pior. Pode causar uma peste mundial e isso seria muito perigoso. E depois as crianças vão ser gozadas na escola quando disserem aos amigos: a minha mãe chama-se Maria e a minha outra mãe chama-se Catarina. É muito menos doloroso dizer: não tenho pais porque o meu pai matou a minha mãe a agora está preso, por isso estou numa casa para meninos sem pais. As crianças não têm uma visão da realidade plenamente construída e por isso "gozam" umas com as outras simplesmente porque sim, não é preciso motivo. Quando é que esta sociedade vai perceber que temos de começar por alguma ponta? Ou vamos sempre adiar o que é inadiável? Bolas, a homossexualidade é uma realidade à qual já ninguém pode fechar os olhos, algum dia essas pessoas irão ter filhos, e necessariamente algum dia essas crianças serão as primeiras.
Chega de adiar, já chega!

O Carnaval já começou...

e já acabou também.
Tem-se passado muita coisa à minha volta. Tanta coisa que não tenho tido tempo nem mesmo para pensar em vir aqui. O Carnaval já começou. E já acabou também. Foi assim tão rápido. Percebi que até no Carnaval posso aprender coisas sobre mim própria. O Carnaval passou e depois da "bonança vem a tempestade". A sabedoria popular costuma dizer ao contrário, mas a vida nunca pára e não há fases boas que não tenham fim.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

E hoje fiquei sem televisão graças à TDT. Estou um bocado alienada do mundo. E também estou à espera do Duarte. Por isso, até depois.
Estes dias têm sido... nem sei bem o quê! Na sexta passei o dia todo com o Duarte a procurar um carro para ele e ao fim de várias horas lá encontrámos um interessante. Um Renault Clio. No sábado fomos buscá-lo. Ou seja, o meu parvinho já tem o carro, não o de que estava sempre a falar mas tem um carro. Nesta corrida pelos stands de Alcobaça, Caldas da Rainha e arredores passámos por um que tinha um carro muito barato (ideal para mim, portanto!). No sábado fui logo lá com a minha mãe. Ela não gostou daquele mas de outro quase o dobro do preço mas, claro, em muito melhor estado. Um Opel Corsa. O que se passou foi que durante todos estes dias andámos a ver se iamos ou não comprá-lo e pensámos em todas as maneiras possíveis para termos o dinheiro. Já tinha desistido da ideia. Mas ontem e hoje acendeu-se uma luz ao fundo do túnel. Na sexta já vou ter o meu carrinho! Mas tenho a certeza que vai valer a pena, afinal não tirei a carta para isto. Todos os medos se superam enfrentando - não evitando. Já dizia no meu trabalho de LIJ! Diga-se de passagem que me está a dar a volta à cabeça mas acho que, dentro dos possíveis, está bem encaminhado.
Outra dor de cabeça nestes dias foi a minha querida amiga Direcção Geral do Ensino Superior. Ontem recebi um aviso de que não ia receber bolsa, porque não enviei um papel a tempo, porque a Segurança Social ainda não mo enviou. Afinal hoje já tinham o papel, mesmo sem eu o ter enviado, e não passou tudo de um erro informático. Ok, com erros informáticos posso eu bem, desde que me dêem a bolsa, é que já está a ficar complicado.
E vou ter um/a priminho/a novo/a! :D